segunda-feira, 12 de maio de 2008

:: poesia distante :.



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[p.s.]
sobre amores, anjos, bailarinas:

cansada disso de acreditar em faz-de-conta

3 comentários:

Anônimo disse...

Mas há a vida
que é para ser
intensamente vivida,
há o amor.
Que tem que ser vivido
até a última gota.
Sem nenhum medo.
Não mata.

?!...se souber de quem é o poema...ofereço o seu peso em ouro|

RODOLPHE SALIS disse...

Ah! ter medo das sombras e do luar,
e do silêncio e da própria voz!
Medo de alguém mas sem o confessar,
Medo talvez, ainda mais de nós...

Ah! podermos fugir, quebrar o encanto
de uma fraquesa má, que a horas mortas
-Hora de amor? Hora de tentação?...-
busca forçar as portas
do coração,
atónito de espanto!...

...para ti...pelo prazer da tua poesia...e perdoname este atrevimento...

Thiago disse...

ah Rita!